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NOTÍCIA

26/04/2017

Assis reage contra o golpe nos trabalhadores

A paralisação é protestar contra as reformas da Previdência e Trabalhista e a Lei da Terceirização


Assis reage contra o golpe nos trabalhadores

Representantes de diversas entidades de Assis se reuniram esta semana para definir a agenda do movimento ‘grevista’ que acontece nesta sexta-feira, 28 de abril, em todo o Brasil. O motivo dessa paralisação nacional é protestar contra as reformas da Previdência e Trabalhista e a Lei da Terceirização. Essa pode ser a maior mobilização de trabalhadores e de diversos setores da sociedade dos últimos 30 anos no País.

A programação terá inicio às 7 horas num ato na Unesp, depois, a partir das 8h30, haverá concentração de trabalhadores na praça da Catedral, seguida pela passeata com mobilização de comerciários e bancários (agências estarão fechadas para atendimento). Às 11 horas, ato em frente ao Hospital Regional, às 14 horas em frente ao Fórum de Assis e encerra-se às 15h30 em Cândido Mota, com a participação de funcionários do Fórum e servidores municipais daquele município. Escolas públicas estaduais e municipais devem paralisar suas atividades, bem como o atendimento bancário.

As entidades confirmadas são Sincomerciários, Sindicato dos Bancários, Apeoesp, Adunesp, Sindicato dos Servidores Municipais de Assis, Sintunesp, Sindicato dos trabalhadores Rurais de Assis, OAB-Assis, Servidores do Judiciário de Assis e Região, Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários e Anexos de Assis, Sindicato dos Investigadores de Polícia de Assis, SindSaúde, Sindicato Rural de Cândido Mota e Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Cândido Mota. Segundo sindicalistas, a última grande paralisação envolvendo diversas categorias ocorreu em 1986, durante o governo Sarney, contra o Plano Cruzado. “Esperamos que seja a maior mobilização já ocorrida até agora. Estamos orientando as pessoas a não irem ao supermercado, as lojas, aos bancos, e venham para as ruas conosco, este dia tem que ser marcado pela mobilização contrária a todas essas propostas absurdas que o atual governo quer enfiar goela abaixo dos trabalhadores”, ressaltam os representantes.

“O momento é muito grave, principalmente depois da aprovação da urgência para a votação da reforma trabalhista sem que haja uma discussão mais profunda sobre o tema. Nem na ditadura foram tomadas decisões tão graves como agora, não podemos retroceder. Convidamos a todos para participarem desse dia de paralisação para chamar a atenção das autoridades sobre toda a insatisfação da população”, alertam as lideranças.

Fonte: Assessoria de Imprensa.

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